quinta-feira, 14 de março de 2013

Hoje e sempre

Hoje eu abracei uma vaca,
de quatro patas!
Senti uma paz, em sua mansidão
Naquele ruminar...

Tudo bem, ela pisou no meu pé Três Vezes!
Mas tenho certeza que foi sem querer!

Mais tarde toquei um violão, tentei compor...

As terças menores, as quintas Justas, ás vezes injustas...

Um pouco mais tarde, fui dar uma volta
Fui "malhar" nos aparelhos da "melhor Idade"
Tinha crianças na praça, um monte de risada...

Tem tanta coisa boa no mundo, ainda...
Tenho gosto de viver, de conversar com gente
que identifica coisas boas no mundo, e me ajudam a ver...

Essas pessoas estão raras!
São aquelas que perdem tempo,
olhando joaninhas passeando em sua mão,
Que dão "bom dia" aos cachorros da rua,
enfim pra quem vive a poesia,
mesmo sem saber da métrica...

 Quero ser um só.
O mesmo. Sem ter que me adaptar tanto,
quero contar reticulócitos cantando uma canção,
não quero sólido nem gasoso, quero fusão,
sem confusão. Quero poesia, música, bicho,
beijo, abacaxi, riso e violão, me acompanha?

"Vão"! Então! Não será em vão...

2 comentários:

  1. "quero ser um só. O mesmo. Sem ter que me adaptar tanto". Nossa, vc foi fundo no que todo ser humano precisa ser,ainda que nem perceba que é isso o que quer. Valeu, Ben!!!

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  2. Contar reticulócitos!!!! Ben, eu pirei com isso...hehehehe! Lembrei-me de hemácias, da medula óssea... de como foi tão fácil para vc conseguir colocar poesia numa rotina de exame laboratorial. Muito bom, cara Muito bom mesmo!

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